quarta-feira, 6 de julho de 2016

Que não sejamos indiferentes ao nosso próximo...


"Ela [Maria] deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-O e O deitou numa manjedoura porque não havia lugar para eles na hospedaria." Lucas 2:7


A insensibilidade e a indiferença não são qualidades confinadas aos tempos antigos. Podem ser vistas em nossos dias também.
No dia 6 de dezembro de 1964, uma jovem senhora deu à luz uma criança na calçada de uma movimentada esquina em Oklahoma, Estados Unidos. 
Uma multidão de curiosos transeuntes parou para observar, mas ninguém prestou auxílio. 
Depois de algum tempo, um turista sentiu pena e chamou um táxi, mas o motorista recusou-se a levar a mãe e o bebê ao hospital porque sujariam o veículo. 
O prestativo turista chamou a polícia. Esta informou que estava ocupada demais, com chamados mais urgentes.
A essa altura, Bob Cunningham, ex-deputado federal, passou ali por acaso e telefonou aos bombeiros para que enviassem uma ambulância. O pedido não foi atendido. 
Enquanto isso, Cunningham pediu que um espectador buscasse um cobertor no hotel do outro lado da rua, mas também foi em vão. 
Finalmente, Cunningham colocou a senhora e o bebê em seu próprio carro, levando-os para o hospital.
Essa inacreditável história nos faz pensar no que aconteceu com Jesus e Sua mãe há dois mil anos. 
Seria possível que tivéssemos expressado a mesma indiferença se fôssemos proprietários de hospedarias em Belém? Vivemos numa época em que as pessoas são relutantes para envolver-se, especialmente se o "próximo" for um estranho ou indigente.  Façamos a diferença abrindo agora não somente as portas de nossa casa para as festas de final de ano, mas abrindo nosso coração para JESUS, a verdadeira razão de nossa comemoração.

Autor: amigos de Deus

Estamos tão preocupados e ocupados com nossos próprios problemas e correria do dia-a-dia que nos esquecemos dos problemas do nosso próximo. Também nos esquecemos que nosso próximo não são apenas nossos parentes, vizinhos, amigos, mas os mendigos na rua, as pessoas desabrigas nesse frio que está lá fora. Claro, que existem pessoas que usam de mentiras para conseguir dinheiro para outros fins, mas isso é entre elas e Deus. Temos que nos colocar no lugar das pessoas menos favorecidas. Comparando ao versículo, Jesus nasceu da forma mais humilde: numa manjedoura, e, quantos não tem seus filhos nas ruas porque não tem um filho de Deus que ajude. E o pior é que muitos podem ajudar e não o faz... Será que trataríamos a Jesus dessa mesma forma, porque até então ninguém sabia que Aquele é quem morreria por todos nós...Era mais importante que o mais poderoso da cidade, não é mesmo?
Que possamos meditar nessa palavra....